Principal alvo da série de medidas administrativas que o Conselho Deliberativo vem tomando, o presidente Pedro Minowa sabe que a cada dia que passa a corda aperta no pescoço, mas a motivação dele em continuar no cargo segue acima dos problemas, tanto que o próprio diz que o desgaste da atual gestão poderia ser contornada, caso o deixassem trabalhar com a ajuda dos mesmos que agora o querem fora do cargo.
“Se me deixarem trabalhar, com certeza nós poderemos concluir as reformas que estão sendo tocadas para que o time possa jogar a Série D no Baenão. Eu preciso do apoio de todas essas pessoas, até porque os problemas que temos para resolver são muitos e quanto maior for a ajuda, melhor para o clube”, ressalta.
O dirigente enumera pontos chaves para o andamento da temporada. “Temos obras para tocar no clube. São 120 vidros para gravar o nome dos torcedores, que pode gerar uma renda de até R$ 240 mil. Precisamos tocar a reforma dos pilares das arquibancadas da Almirante Barroso e da 25, que tem o apoio importante de torcedores, como a Aline Porto, que é conselheira do clube”, lembra.
Por último, independente do resultado das apurações da comissão que lhe investiga, o presidente deseja que o outro presidente, o do Condel, Manoel Ribeiro, dê um voto de confiança.
“Se ele tem o título, por merecimento, de Marechal da Vitória, então vamos ser humildes e dê para o cabo Minowa chegar aonde o Marechal chegou. Vai ser difícil, até porque estou iniciando a minha carreira, mas se eu tiver apoio dos grandes remistas e de todo pessoal que tem feito o Remo, nós vamos chegar muito longe”, encerra
(Diário do Pará)
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