Todas as denúncias levantadas por membros do Conselho Deliberativo remista sobre a possível “gestão temerária” do presidente Pedro Minowa, já foram concluídas. Por fora, foram alvos das investigações o vice-presidente licenciado Henrique Custódio, o ex-presidente Zeca Pirão, o ex-diretor de marketing Fábio Bentes e o diretor geral Cláudio Jorge.
Todas as averiguações ficaram a cargo dos conselheiros Hamilton Gualberto, Haroldo Picanço e Ulisses Oliveira. A partir de agora, resta aos interessados contar as horas até que o relatório final seja apresentado e os pareceres dos conselheiros sejam apreciados pelo próprio Condel remista.
“O nosso estatuto prevê que após a conclusão, você tem que abrir razões finais de defesa no prazo de cinco dias. No total, ainda temos aproximadamente uma semana até a apresentação final. Vamos entregar para o presidente do Condel e ele vai marcar uma reunião, onde o relatório será apreciado”, explica Hamilton Gualberto.
Na prática, haverá duas frentes de análises, uma que vai julgar a situação do presidente e vice, e outro, contendo apurações sobe a conduta do diretor geral e dos ex-dirigentes da gestão passada. E ambas seguirão caminhos totalmente opostos após expostas. “Há dois momentos dentro do mesmo relatório”, explica Gualberto.
“Em um deles, os conselheiros vão julgar o Zeca Pirão, o Fábio Bentes e o Cláudio Jorge. No caso desses três, o conselho é que vai discutir. Já a situação do Minowa e do Henrique Custódio, o Conselho decide se eles devem ser julgados pela Assembleia Geral que determina se cumpre ou não o parecer do relatório”, separa, lembrando que a Assembleia Geral é composta, além dos conselheiros, de todos os associados em dia com suas obrigações, “inclusive aqueles que votaram na eleição do Minowa”, finaliza o conselheiro.
(Diário do Pará)
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