O Clássico Rei de Amazônia, duelo que envolve os rivais Clube do Remo e Paysandu, completa nesta quarta-feira (10) 101 anos com muita história ao longo de 733 confrontos do derby mais jogado do mundo.
Embora hoje seja tido como ‘o clássico das massas’, em seu primeiro duelo a torcida ainda era composta por nomes da alta sociedade, que compareceram à Curuzu (na época, estádio da firma Ferreira e Comandita) de paletó, chapéu e gravata – vestido longo para as mulheres. Válida pela primeira rodada do Parazão de 1914, a partida foi vencida pelo Leão, por 2 a 1, com gols de Rubilar e Bayma (contra); o inglês Matheus descontou para o Papão. Protestos ao final do jogo contra suposta irregularidade no gol contra que deu a vitória aos remistas deram os primeiros tons de polêmica e rivalidade ao Re-Pa.
Atualmente, o clássico soma mais de 700 partidas. O último jogo entre a dupla ocorreu no dia 18 de abril deste ano, em partida pela semifinal da Copa Verde. O Papão estava em situação mais cômoda, porque venceu a partida de ida por 2 a 0, já o Leão precisava reverter o placar para ir às penalidades.
Último jogo entre Remo e Paysandu ocorreu em abril de 2015. (Cezar Magalhães / DOL)
O jogo terminou em 2 a 0, com gols de Dadá e Silvio, em tempo normal. Nos pênaltis, o bicolor Carlinhos perdeu a cobrança. Pelo Leão, Levy, Max, Bismark, Dadá e Val Barreto marcaram. E pelo PSC, Leandro Canhoto, Bruno Veiga, Radamés e Augusto Recife converteram.
(Diário do Pará e DOL)
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