Azulinos perdem três mandos de campo no STJD. No Baenão, jogadores se recusam a treinar por falta de grana
Como era de se esperar, tudo que está ruim piora quando se trata de Clube do Remo. Sem dinheiro e apenado a jogar sem a presença da torcida, em função do aumento da pena imposta pelo STJD (leia mais na página 5), os atletas também resolveram dar sua parcela de contribuição à crise. Em forma de protesto, eles se recusaram a trabalhar durante todo o dia de ontem, exigindo a presença do presidente Pedro Minowa para prestar esclarecimentos sobre outro atraso salarial.
Ontem venceu o mês de maio e ainda falta um complemento do mês de abril. Os atletas, em conjunto, resolveram boicotar os treinos e justo quando o clube para por uma reestruturação delicada, já cambaleada com a retenção de verbas de patrocínio em favor da justiça trabalhista.
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Resta, mais uma vez, aos torcedores, acompanhar o time de longe. “A gente fica triste, principalmente pelos torcedores, que querem ver o time jogar. É como eu disse, precisamos acatar a decisão e jogar fora de casa”, comenta o goleiro Fernando Henrique.
Assim como os outros atletas, ele não quis comentar a decisão de cancelar o trabalho, mas ressaltou que independente do que for decidido o grupo está fechado. “É complicado falar disso. O que eu posso dizer é que o grupo está unido e vamos tentar resolver essa situação da melhor forma. É difícil jogar longe da nossa torcida, com o apoio que tanto prezamos, agora, independente disso, vamos jogar porque precisamos dos pontos”, finaliza.
(Diário do Pará)
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