Se não há possibilidade de arrecadar qualquer quantia volumosa através dos jogos, resta aos remistas usar a criatividade – e o bolso – para tentar livrar o clube da penúria financeira total. Por jogar em casa apenas no dia 13 de setembro, alguns conselheiros têm se reunido para organizar ações e fazer pequenas coletas que podem, não salvar, mas aliviar o drama dos cofres vazios.
Uma dessas ações conta com o apoio do conselheiro André Cavalcante, que se dispôs pessoalmente a ajudar o departamento de futebol. “Fizemos uma reunião no início da semana, onde cada presente contribuiu com um valor que somados quitará o auxílio-moradia dos atletas do elenco profissional. Também ficaram estabelecidas estratégias que buscarão arregimentar valores para ajudar a pagar os salários atrasados dos atletas e funcionários”, disse o advogado, em um grupo de torcedores na internet.
Apesar disso, ele garante que as cobranças que atualmente são jogadas em cima da direção têm um sentido crítico construtivo, que precisa deixar claro quem quer e quem não quer ajudar o Remo. “Ninguém pode se julgar mais importante que a instituição. Vamos juntos tentar superar esse momento difícil”, completou.
(Diário do Pará)
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