O goleiro Emerson previu, ontem, após o treino da manhã, uma boa dose de dificuldade para o Paysandu no jogo de amanhã, contra o Vitória-BA, no Mangueirão.
Ele ressaltou a força dos times que disputam a Segundona. “Vamos encontrar dificuldades, como em todos os jogos. Mas, com o esforço do time e o apoio do torcedor, vamos brigar por mais três pontos”, avisa.
O arqueiro falou sobre as dificuldades enfrentadas pelos jogadores, que, como ele, estão atuando pela primeira vez em um clube da região Norte. “O clima é bem diferente. O calor é muito grande, mas a gente vai conseguindo se adaptar”, prevê.
Segundo ele, o que ainda não conseguiu mesmo foi se adaptar à culinária paraense. “O tempero é muito forte. A minha esposa, que é do Norte do Paraná, reclama muito disso. Ela está acostumada com um tempero mais leve”, revela.
Emerson pretende, no futuro, conhecer o mercado Ver-o-Peso. “Até passei por lá, vi que estava lotado, mas como estava de carro e não tinha onde estacionar, tive de ir embora. Mas a qualquer hora dessa passo lá e vou experimentar a culinária que é vendida ali”, pretende.
O fato de o Paysandu ser hoje um dos poucos clubes no Brasil com o salário de seus jogadores em dia, segundo Emerson, tem sido outro fator que tem colaborado para o bom desempenho do time em campo. “É uma coisa que não é fora do normal, pois acredito que o trabalhador é digno de seu trabalho. Se ele trabalhou tem de receber. Mas fico contente com o esforço que a diretoria está fazendo para manter o pagamento em dia. Tive uma passagem pelo Guarani e fico triste em ver como as coisas estão por lá. É constrangedor, é triste. A gente fica contente por estar trabalhando e recebendo o que faz jus”, encerra o camisa 1 do Papão.
(Diário do Pará)
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