De olho nos três pontos que podem lhe render a liderança do Grupo 1 da Série D, o técnico Cacaio fez sucessivas orientações aos seus comandados, no intuito de assegurar que os gols perdidos não sejam novamente o maior dos problemas.
Desta vez, ao lado da torcida, o comandante quer ver o ataque deslanchar, ainda que não saiba exatamente o que aconteceu em Vilhena. “Ali é um problema individual, e não coletivo. Fica difícil a gente fazer certas coisas, falar algo, a não ser trabalhar. Nós trabalhamos por dois dias as finalizações, aí quando chega na hora do jogo, o atleta pega a bola na cara do gol e erra, é problema individual. O que podemos fazer é colocar os melhores jogadores para que eles possam acertar”, ressalta o treinador.
Cacaio enxerga vários fatores para um desempenho deste nível. “Pode ter sido ansiedade da estreia, condições do gramado. Tudo pode acontecer. É difícil chegar o técnico aqui e falar. Não tem explicação, a não ser trabalhar e cobrar o jogador para que ele não erre mais”.Desta forma, Cacaio e a comissão técnica esperam ao menos que os atletas façam jus às suas contratações e a oportunidade de vestir a camisa azul marinho. “Nós criamos de cinco a seis oportunidades de frente para o gol. Não fizeram, mas a gente sabe da qualidade desses jogadores contratados, os quais eles são acostumados a botar a bola para dentro. Eu sei que uma hora vai dar certo e sabia que seria dessa forma. Agora, se eu jogo em casa e tomo um gol, eu vou para o tudo ou não”, encerrou.
(Diário do Pará)
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