Dois meses depois de assumir a presidência interina do Remo, Manoel Ribeiro começou a sofrer os primeiros choques na sua gestão. Só nesta semana, nada menos do que seis ações trabalhistas vieram à tona, embora nem todas se confirmaram da forma pessimista como foram arranjadas.
Os ex-jogadores Diego Barros, Danilo Rios e Dadá, pediram respectivamente R$ 1 milhão, R$ 500 mil e especula-se que o volante queira aproximadamente R$ 1,5 milhão. No caso do zagueiro, ele garantiu que o débito é apenas referente ao FGTS, que está retido na Caixa Econômica.
Rodrigo Maciel, com passagem em 2014, cobrava aproximadamente R$ 200 mil, na justiça de Belo Horizonte, mas o advogado Pablo Coimbra conseguiu trazer o caso para Belém. Já o executivo Emerson Dias, cobrava R$ 986 mil, mas um acordo entre as partes encerrou o processo em R$ 140 mil, parcelado. A funcionária Leidiane pediu R$ 350 mil.
Ao todo, a dívida remista na justiça está em R$ 10.792.913,09. Ainda assim, o departamento jurídico espera chegar logo num acordo para quitar esse e outros débitos. “O Remo sempre pagou suas dívidas. Essa situação é recente, mas para isso fizemos um plano, que foi entregue à Corregedoria do TRT e aguardamos uma resposta para cumpri-lo”, esclareceu o advogado André Meira.
(Diário do Pará)
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