O problema do desrespeito começa com a inversão dos modais, pois a maioria das viagens deveria ser feita em transportes não poluentes ou em coletivos. “O ciclismo é uma tendência mundial, mas em Belém faltam políticas públicas e campanhas de conscientização”, explicou a professora do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará (UFPA), Patrícia Bittencourt, especialista em transporte público.
Para a especialista, é necessária a criação de terminais de integração de transporte público, bicicletários nas estações e em pontos estratégicos para que Belém possa, então, receber as ciclovias e ciclofaixas. “O ideal é dar suporte para o ciclista, fazer uma infraestrutura para ele”, ressaltou.
Segundo a assessoria de imprensa da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), atualmente há 60.776 metros de ciclofaixas. Já as ciclovias, espaço com mais proteção e separado da pista, é possível encontrar apenas nas avenidas Marquês de Herval e Almirante Barroso, além do Portal da Amazônia, totalizando 10.193 metros de extensão.
RESPOSTA
Em nota, a Prefeitura de Belém afirma que ciclofaixas são um mecanismo eficaz e seguro de garantia de faixa exclusiva para bicicletas em vias onde não há estrutura física capaz de comportar uma ciclovia. Sobre a ampliação da malha cicloviária de Belém, a prefeitura diz que todo o planejamento está sendo feito pela Semob dentro dos padrões técnicos necessários. Disse ainda que campanhas educativas vão às ruas sempre que uma nova faixa é ativada
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar