A Corregedoria do Tribunal Regional do Trabalho acolheu pedido do departamento jurídico para que o leilão da área do Carrossel seja suspenso até que uma assembleia com a presença dos advogados reclamantes seja realizada, a fim de avaliar a nova proposta de pagamento das dívidas nesta corte, pelo Clube do Remo. Com isso, a praça pública que estava marcada para amanhã (28), não irá acontecer.
O documento confirmando a decisão foi divulgado na manhã de ontem. Assim, os advogados do clube ganham mais tempo até que a reunião seja marcada. “Concedo a medida requerida, em parte, para determinar que os embargos opostos sejam julgados antes de qualquer homologação de proposta de venda de imóveis, ou audiência de praça, no menor espaço possível”, diz o despacho do corregedor Gabriel Velloso.
Conforme já havia adiantado o advogado do clube, André Meira, o Remo está levantando uma proposta que seja cabível nas finanças do clube, fato este, que, por hora, cancela qualquer possibilidade do patrimônio azulino ser vendido por um preço muito abaixo do mercado. “Que o leilão judicial seja realizado em data adversa e, caso designado novamente para as dependências dessa justiça, que seja informado previamente, não coincidindo com os dias 8 e 9 de setembro, nem com a semana institucional”, encerra o despacho do corregedor.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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