Encerrada a temporada do futebol azulino, diretores e comissão técnica partem agora para outra etapa da condução do barco remista. Rescisões de contrato e débitos antigos são as prioridades da cúpula azulina. A primeira e grande preocupação gira em torno da permanência do técnico Cacaio para 2016. Ontem à tarde, o comandante esteve no Baenão, mas não se reuniu com os dirigentes, como havia sido programado.
Apesar do adiamento da conversa, no que diz respeito à direção do clube, o treinador terá todo amparo possível no processo de negociação da dívida atual – o roubo de 423 mil reais da sede social serviria para pagar metade do salário de setembro e o mês de outubro, e Cacaio está na fila para receber a ponta – e quem sabe para a renovação.
“Por tudo o que ele fez, da forma que pegou o Remo, quase rebaixado, e deu o acesso, sem dúvida os números foram positivos e não mentem. A gente não pode negar, temos que ser justos. Ele fez o que muitos técnicos de renome não fizeram nesses sete anos, então é lógico que temos interesse em conversar com ele”, disse o membro do departamento de futebol remista, Marco Antônio “Magnata”.
Todavia, quando questionado se o clube irá renovar o contrato, o dirigente prefere não antecipar. “Tudo isso pesa muito para uma renovação, mas não há nada confirmado. Temos que ouvir o Cacaio, saber o que ele pensa, se pedirá reajuste. Acredito que até esta quinta vamos acertar tudo com ele”, encerrou o dirigente.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar