A reformulação no plantel azulino para o próximo ano deve transpor a barreira das quatro linhas. Não só em campo, mas na cúpula do conselho que dirige os rumos do futebol remista, outras mudanças devem dar maior fôlego à empreitada no próximo ano. De acordo com algumas notícias de bastidores, parte da diretoria de futebol deve deixar o cargo.
Segundo as informações apuradas, pelo menos dois diretores devem deixar o conselho. Um terceiro, o deputado Milton Campos, já teria pedido para sair, dedicando-se a fazer parte do jurídico, e fora do âmbito remista, ao mandato de deputado estadual. Milton foi o autor do projeto que libera a venda de bebida alcoólica nos estádios, este aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa e agora levado ao governador do estado. Até o fechamento desta edição, a reportagem do caderno Bola não conseguiu contato com o dirigente para confirmar.
Outro dirigente que teve seu nome veiculado numa possível saída, é Marco Antônio “Magnata”, outro advogado que vem trabalhando no futebol remista há pelo menos 10 anos. Ele, no entanto, desconhece qualquer mudança. “Desconheço completamente qualquer citação nesse sentido. Agora, no futebol a gente espera tudo, inclusive nada”, brincou.
O terceiro e último nome é o de Sérgio Dias. Este, entretanto, não confirmou a veracidade da informação. Além deles, compõem o futebol remista Dirson Neto e o executivo de futebol, Fred Gomes, que deve renovar contrato, pois conta com a simpatia do presidente Manoel Ribeiro.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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