Depois da conturbada e polêmica renúncia do ex-presidente remista, Pedro Minowa, uma série de boatos tomou conta dos bastidores do Clube do Remo, principalmente no que tange à sucessão presidencial. De acordo com o estatuto, em caso de renúncia, a cadeira presidencial recebe imediatamente o vice. Foi o estopim para que os holofotes se voltassem a Henrique Custódio.
Licenciado desde o dia 14 de maio, a princípio, Custódio pensou em exercer a função, mesmo após o rompimento com sua chapa não ter sido feito da maneira mais amistosa. Mas, segundo uma fonte da reportagem, o médico teria sido avisado que, se aceitasse o cargo, atrairia forte oposição para si.
Diante do cenário caótico que se apresentava, caso assumisse, o cardiologista preferiu não comprar a briga. “O Remo precisa de novos rumos e um novo presidente. Eu estou focado em outras ações profissionais e irei entregar a carta renúncia. Não tenho intenção, pois acredito que existam vários nomes para exercer o cargo”, explicou.
Desta forma, assim que a renúncia for formalizada, a Assembleia Geral do Clube do Remo, presidida por Robério D’Oliveira, será obrigada a convocar novas eleições em um período de 30 dias. Ainda conforme o ainda vice, as atividades desempenhadas no clube, especificamente avaliações cardiológicas em atletas, continuará sendo feita normalmente.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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