O ex-dirigente azulino aponta que no momento não tem interesse em se candidatar a presidente do clube, apesar da vontade de ajudar, por conta das condições que o clube se encontra. “Não, não dá. O Remo é muito complicado, não tem condição. Hoje é um clube de cinco grupos. Muita gente mandando e muita gente dando teco ao mesmo tempo”, relata.
Apesar de não se colocar à frente para as eleições, ele defende que elas sejam realizadas o mais breve possível e que um novo presidente assuma ainda esse ano para que o novo presidente possa planejar o time para a próxima temporada. “O Remo tem que agir, tem que trabalhar. Nós temos uma torcida que vai cobrar da diretoria e eu sempre sou vítima. Quiseram me agredir no Mangueirão no jogo do Remo contra o Botafogo na Série D. Ninguém sabe o que a gente trabalhou pro Remo subir pro acesso, mas quando perdeu quiseram me agredir”, reclamou.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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