A tatuagem de um Leão que o meia Eduardo Ramos colocou na última semana continua rendendo entre os torcedores. Em meio ao assunto, o futebol do Pará já viveu uma das suas polêmicas envolvendo a marca de um Leão.
O centro das atenções foi o ex-atacante Junior Amorim, que fez um desenho de um Leão e viveu os dois lados da moeda nos grandes clubes do futebol paraense.
“Eu vim jogar no Paysandu em 2003 e durante um treino, a torcida acabou vendo a tatuagem de um Leão e isso pegou muito mal. Os torcedores cobraram até minha saída do clube. Entrava em campo com um peso a mais por causa disso”, disse o ex-jogador em conversa com portal DOL.

(Foto: Reprodução/Facebook)
“Quando atuei pelo Remo, a situação foi ao contrário. Cada gol que marcava eu levantava a camisa e mostrava para a torcida. Mostrava um pouco da identidade com o clube e posso falar que no futebol paraense, eu pude viver os dois lados da moeda”, completou.
Junior Amorim justifica a tatuagem, que foi feita bem antes de jogar no Pará. “Eu fiz essa tatuagem em 2001, quando jogava no Sport-PE, cujo mascote é um Leão”.
Remo e Paysandu não foi os únicos rivais que Junior Amorim defendeu. O ex-atacante também atuou em Sport e Santa Cruz, em Pernambuco, além de CSA e CRB nas Alagoas.
(Diego Beckman/DOL)
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