O telão do estádio da Curuzu prendeu a atenção de atletas, torcedores e dirigentes que assistiram a um vídeo resumido da história centenária do Paysandu. À beira do gramado, o técnico Dado Cavalcanti distribuiu algumas camisas aos torcedores. Nos alto falantes, além da trilha sonora eclética, tocou uma versão instrumental, em ritmo de hard rock, da marchinha “Uma Listra Branca, Outra Listra Azul”, hino popular do clube. Foi uma verdadeira festa ontem tarde, quando a casa bicolor abriu suas portas novamente para a apresentação do elenco, já com a presença de nove dos dez jogadores contratados.
Entre novatos e remanescentes, apenas os atacantes Fabinho Alves e Betinho e o zagueiro Gualberto não compareceram, mas não atrapalharam a festa dos mais de mil torcedores presentes. O técnico Dado Cavalcanti e seus comandados saudaram e conversaram com a torcida. “Este ano, nós não partimos do zero. Mantivemos parte do time e pretendemos brigar para coroar o trabalho com títulos, que é o que ficou faltando ano passado e é o nosso grande foco, nossa obsessão para a temporada”, ressaltou o treinador para a torcida, agradecendo o apoio.
Dos novos jogadores, o atacante Raphael Luz foi saudado pela sua atuação na final da Copa Verde, quando marcou três gols na vitória por 5 a 1 do Cuiabá-MT sobre o Remo. O meio-campista, no entanto, preferiu fugir da alcunha de ‘matador de leão’. “Algumas pessoas me apelidaram assim, mas eu prefiro não focar nisso. Fizemos uma grande Copa Verde e esperamos fazer outra esse ano, agora com o apoio da torcida maravilhosa do Paysandu, que é conhecida pelo apoio”, destacou o jogador.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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