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ESPORTE PARÁ

"Favoritismo sim, soberba não": é o mantra bicolor

Em casa, se reencontrando com o seu torcedor após uma longa e rigorosa pré-temporada, contando com uma base previamente montada, condições financeiras e estruturais melhores para realizar seu trabalho. Não são poucos os fatores que colocam o Paysandu, ant

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Em casa, se reencontrando com o seu torcedor após uma longa e rigorosa pré-temporada, contando com uma base previamente montada, condições financeiras e estruturais melhores para realizar seu trabalho. Não são poucos os fatores que colocam o Paysandu, antes da bola rolar, como um dos favoritos à vitória nessa primeira rodada. Dado afirma que entende e aceita esse favoritismo, mas que ele vem com riscos que precisam ser observados. “No Parazão, o Paysandu vai ser favorito, o que não quer dizer que vai ganhar sempre. Esse favoritismo traz uma motivação extra aos adversários e para o torcedor, mas não pode trazer soberba ao nosso time”, disse Dado Cavalcanti.

Para essa partida de estreia, o comandante destacou que lamenta a falta de alguns jogadores, mas que não terá “sustos” para montar a equipe. “O Gualberto não jogará, mas já era esperado, afinal ele se recupera de uma cirurgia. O Wanderson também não poderá por conta da regularização, afinal a transferência dele era internacional. Já esperávamos que isso acontecesse, por isso ele não chegou a treinar entre os titulares durante a pré-temporada”, afirma Dado. Roniery e Bruno Veiga seguem fora por falta de regularizações. Já o volante Lucas vive uma situação curiosa – mesmo sendo um dos últimos reforços anunciados, será uma opção. “Está regularizado, mas treinou apenas uma semana conosco. Vai compor banco nesses jogos. Talvez chegue a entrar”, disse Dado.

Dado também explica a escolha pelo zagueiro novato Gilvan em detrimento do paraense Pablo, reduzindo a quantidade de atletas remanescentes no time titular a apenas quatro jogadores – Emerson, Pablo, Recife e Cearense. O técnico afirma que se trata de uma opção meramente técnica. “Pablo eu conheço bem, jogou comigo e chegou a jogar ao lado do Lombardi. A opção pelo Gilvan se deu, a princípio, pela estatura - dentro dos nossos onze iniciais ainda não estava muito boa - e pela velocidade de recuperação”, afirma Dado, que diz contar com o zagueiro para diversas situações de jogo.

(Taion Almeida/Diário do Pará)

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