No final das contas, todo suspense sobre escalar uma equipe reserva, mesclada ou manter o time principal no duelo contra o Tapajós, que pouca diferença fazia em termos de classificação, se desfez no anúncio da escalação com apenas 3 jogadores diferentes em relação aos últimos jogos. Melhor entrosado, o time bicolor repetiu suas tabelas, passes e jogadas ensaiadas, ganhando com autoridade já no primeiro tempo. Segundo o meia Celsinho, maestro do time bicolor, a opção por manter o time foi estratégica.
“O Dado disse durante a semana que o mais importante era que nós jogadores atuássemos da mesma maneira. Sem poupar ninguém. O mais importante era que os jogadores estivessem jogando junto, se entrosando, porque são poucos jogos e a competição começa a se afunilar. Quem tiver melhor conjunto sai na frente”, explicou.
O meia não faz rodeios ao explicar que, apesar da goleada, o time bicolor não começou jogando bem a partida. “Tínhamos a bola, mas não produzíamos. Deixamos o adversário flutuar entre as nossas linhas. Depois nós colocamos um ritmo novo, acertamos o pé e começamos a ser mais ofensivos e dinâmicos nas jogadas. E deu resultado”, explica.
Celsinho explica ainda que a sua saída, com pouco mais de 10 minutos do segundo tempo, teve dedo do técnico. “Quando eu saí pra arrumar a chuteira, o Dado me disse que eu ficaria só mais 5 minutos. Tínhamos que ser inteligentes. Eu já tinha um cartão amarelo, acho que foi a saída mais inteligente”, definiu.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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