Durante a partida contra o Cametá, mais uma vez Leston Júnior colocou um terceiro volante no meio de campo remista, tirando um jogador de ataque. Só que, diferente do jogo diante do Parauapebas, quando o Leão continuou perdendo as jogadas na intermediária, os azulinos conseguiram levar a melhor na disputa pela redonda, tendo um maior controle das jogadas e tocando melhor a bola com o terceiro cabeça de área.
O treinador azulino gostou da movimentação da equipe após a alteração. “Essa questão de mudança durante a partida, depende muito do que o jogo esteja exigindo. Você tem de adaptar o jogo, em cima daquilo do que tem sido necessário. Quando levamos o gol, precisávamos de força na disputa da bola ofensiva. Isso foge das características do Eduardo Ramos e do Ciro. Daí, entra o Whelton. Só que você não pode desproteger o meio. Então, entra o Yuri. Diversas bolas que sobraram, caíram nos pés do Yuri. Foram mudanças circunstanciais”, analisou o comandante azulino.
Ainda segundo o técnico do Leão, todos devem estar prontos para entrar e decidir a partida. Leston citou o exemplo do atacante João Victor. “Tivemos também a oportunidade de colocar o João Victor, que é um menino que a gente aposta muito, jogador da base do clube. Quando eu chamei ele para entrar, ele até meio que tomou um susto. Depois do jogo, até falei para o João: ‘Se tá aqui, é para jogar’. A gente entedia que era o momento de tentar parar a bola lá na frente; com a entrada do Whelton e do Yuri, nós equilibramos a partida. Então, é você mexer com as peças, mas sempre enaltecendo a dedicação dos atletas
no dia a dia”, concluiu.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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