Às vésperas da semifinal, Paysandu e Águia decidiram pela escalação de um árbitro nacional para a partida, mesmo com os custos aumentando em mais de três vezes. O resultado, ao final do jogo, no entanto, não poderia ser menos satisfatórios. O executivo de futebol bicolor, Alex Brasil, chegou a comentar as atitudes “estranhas” do apitador de domingo, o goiano André Luiz de Freitas Castro. “É muito estranha a forma como foi conduzida a partida. Expulsando direto o Celso, amarelando o Crystian... Os pendurados que nós tínhamos... Não sei. Mas nós vamos trabalhar para que nada de mal ocorra nessa próxima partida”, comentou Alex Brasil.
O presidente bicolor, Alberto Maia, avaliou que a atuação do apitador lesou o investimento dos clubes. “O Paysandu não pode ratear um valor de pagamento de um árbitro no valor mais alto do que o árbitro daqui de Belém e, no final das contas, o cidadão não cumprir com a função dele de correr em campo e acompanhar jogadas como deveria”, afirmou.
Maia disse que o desapontamento era mútuo e o próprio Águia, caso classificado, também sairia prejudicado. “Ele conseguiu ser a peça principal do espetáculo. E quando um árbitro faz isso ele estraga o espetáculo. A arbitragem foi de péssima qualidade. Ele não correu, não cumpriu com a sua missão. Pisaram no nosso atleta e ele não expulsou, ele não teve o mesmo critério em diversos lances”, disse Maia.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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