Após a saída de Yago Pikachu, o posto de novo candidato a ídolo da torcida bicolor, para as horas boas e ruins, parece ter ficado nas mãos de um atleta que já defende o time desde o ano passado. Embalado por ter sido o terceiro goleiro que mais defesas fez na última Série B, no Parazão 2016 Emerson contribuiu decisivamente nas vitórias do Paysandu sobre Paragominas, Independente e Águia, nos pênaltis.
Veja como foi a disputa entre PSC x Águia:
Será que na primeira decisão da temporada, no próximo domingo (6), contra o Clube do Remo, pela final da Taça Cidade de Belém, caberá a ele dar o título ao Papão? Sem nenhuma vaidade, Emerson espera que não. “Se cair na mão do goleiro para decidir o jogo é porque as coisas estão muito ruins, principalmente num clássico de final de campeonato. Tendo a nossa participação, vamos estar sempre atentos para ajudar, mas eu acredito que clássico é clássico. Se define nos detalhes, concentração”, comentou o camisa 1.
Além do próprio fator clássico, Emerson avalia que atuar no Mangueirão é diferente da Curuzu. “Vai ser um jogo muito truncado. O gramado do Mangueirão é diferente do nosso. É pesado, mais alto. Vai ser um jogo muito truncado e, se precisar, a gente vai estar atento para ajudar”.
Os dias que antecedem o Re-Pa marcam ainda a última ‘semana livre’ para treinamentos do elenco bicolor. Após a decisão, inicia-se a disputa da Copa Verde com jogos e viagens nos meios de semana.
Apesar do menor tempo para se preparar, o arqueiro gosta da ideia de atuar mais. “Estou ansioso pelo início da Copa Verde para que a gente não fique só a semana treinando, que tenha mais jogos. Mas por ora é algo secundário. Temos uma decisão para jogar”, encerrou.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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