Entre as muitas mudanças do começo da última temporada para a atual, uma peça conseguiu resistir ao tempo: Emerson. Originalmente cotado para ser reserva de Andrey, o goleiro acabou assumindo a titularidade por conta das lesões do primeiro. Com altos e baixos no primeiro semestre, o arqueiro se recuperou e manteve a titularidade no arco bicolor desde então.
Veja a entrevista de Emerson:
Naqueles primeiros seis meses, ele teve a oportunidade de jogar o clássico Rei da Amazônia quatro vezes e traz uma lição para o grupo atual bicolor: o Re-Pa é um jogo diferente. “Sabemos que o Re-Pa é um clássico diferente. Já disputei um derby campineiro, então sabemos que é muito difícil e bem diferente do jogo em Campinas. É um jogo que a torcida comparece mesmo, em peso, e isso faz a diferença para a gente dentro de campo. E o atleta já está vendo isso. Já deu pra perceber no último jogo, no Mangueirão, que o torcedor está vindo e está esperando pelo jogo”, argumentou.
Emerson acredita que não dá para fazer muitos paralelos do jogo do próximo domingo (6) com os que ele jogou ano passado, porque os times mudaram muito, mas que é importante o grupo não perder em mente o fator especial que tem um clássico. “Muitos dos nossos atletas já jogaram clássicos e eles sabem como é. É um jogo que mexe 100% com a cidade e pede muita concentração e entrega”, disse.
O arqueiro bicolor afirma que não havia foco, desde o começo do trabalho, em vencer o clássico, mas sim em atingir os resultados e que o jogo contra o maior rival surge justamente no momento mais decisivo para isso. “A chance de ouro é domingo. É o próximo jogo, que já é a final. Se tudo que a gente fez até aqui não se repetir domingo, não vai valer nada. Temos que terminar como começamos - forte e vencendo. Fazendo isso é um passo grande para chegar no ponto onde queríamos desde que chegamos”, ressaltou.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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