Após a reunião realizada ontem, no Batalhão de Polícia Ambiental, em Belém, a PM definiu o esquema de segurança que será montado para a final do primeiro turno do Parazão, entre Paysandu e Remo, na tarde deste domingo, no Mangueirão. Ao todo, mil policiais militares vão participar do esquema desde o Mercado de São Brás até o estádio. Tanto a área interna quanto a externa do campo serão contempladas com o monitoramento da polícia.
Ajudarão a compor a operação homens da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam); de Rondas Ostensivas Com Apoio de Motocicletas (Rocam), cavalaria, tropa de choque, canil e guarda municipal, além da segurança privada organizada pelos próprios times. “Estamos trazendo efetivo de cidades vizinhas para reforçar o esquema de segurança”, disse o chefe do Departamento Geral de Operações da PM, Sérgio Afonso.
O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) e o Batalhão Rodoviário também darão suporte ao jogo.
A Polícia Civil disponibilizará uma delegacia móvel, que estará equipada para atender o cidadão que for ao estádio, e o Corpo de Bombeiros estará presente tanto com militares quanto ambulâncias. O clássico Remo e Paysandu, que mobilizará cerca de 25 mil torcedores, contará também com ação de fiscalização do Detran, que vai atuar no entorno do anel viário do Mangueirão. Vinte e cinco agentes em sete viaturas e quatro motocicletas garantirão a organização e orientação de condutores e pedestres nesta área, em parceria com demais órgãos da Segurança Pública.
No dia do jogo, não serão vendidos ingressos no Mangueirão e também não será permitido estacionar o carro dentro do estádio. Só será liberada a entrada para o torcedor que comprar o ingresso do estacionamento antecipadamente. O Detran orienta que os motoristas estacionem seus carros nas avenidas Augusto Montenegro e Transmangueirão.
Os veículos que estiverem estacionados irregularmente, impedindo a circulação de pedestres e veículos pela área, serão removidos ao parque de retenção.
Na tarde de ontem, uma nova vistoria foi feita pelos órgãos de segurança, no estádio, a fim de verificar as atuais condições físicas e estruturais do espaço para receber a partida da final do Parazão.
MP PEDE EXPLICAÇÕES
O Ministério Público do Pará instaurou Procedimento Investigatório Criminal a fim de apurar questões relacionadas às recomendações técnicas feitas pelo comandante do policiamento especializado da Polícia Militar, sobre a segurança do Re-Pa. De acordo com o relatório encaminhado ao MP, para melhor segurança do torcedor o jogo deveria ocorrer às 10 horas, mas ficou decidido que o jogo ocorrerá às 15 horas. “A Promotoria de Justiça Militar quer saber o motivo desta mudança”, declarou o promotor de Justiça Armando Brasil.
(Com informações da Agência Pará)
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