Em uma entrevista às vésperas do jogo contra o Tapajós, pela fase de grupos da Taça Cidade de Belém, o técnico bicolor Dado Cavalcanti comentou que era uma situação diferente se preparar para os jogos na Série B e no Parazão. “Na Série B, o nosso departamento de análise e estatística tem um acervo de informações sobre cada adversário. Como todos os jogos são transmitidos, você tem informações o bastante para se preparar relativamente bem para cada jogo. No Parazão apenas dois times têm os jogos transmitidos regularmente – nós e o Remo”, exemplificou.
O adversário deste domingo é justamente o único cuja base de informações é mais ampla. Será que isso facilita as coisas? O lateral-direito Roniery acredita que não. “Por mais que você acompanhe, ou deixe de acompanhar, você trabalha em cima de algumas visualizações e situações que o jogo aponta. Mas o jogo na hora, por mais que você monte várias estratégias, é algo diferente. Você precisa estar atento”, analisou.
Roniery confirma que o time tem ficado atento aos jogos que foram exibidos do adversário nessa decisão, mas que a informação extra só serve de algo se a equipe fizer a sua parte. “Você pode trabalhar com todas as informações... Mas acho que a gente tem que falar e trabalhar sobre o nosso grupo antes de tudo”, comparou o lateral.
Para essa decisão, Roniery acredita que um fator que pode fazer a diferença, pelo fato de ser um clássico, é a experiência. “O clássico é um jogo decidido em algumas jogadas, na força de vontade - que supera até a qualidade em alguns momentos. É diferente dos outros. É um clássico regional no qual muitos ainda vão jogar pela primeira vez. Com certeza vamos ter de estar todos atentos para esse jogo”, encerrou.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar