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ESPORTE PARÁ

Para piorar, a chuva apareceu em jogo da final

O gramado do estádio Mangueirão não está em boas condições há muito tempo. Com chuva, então... (Foto: Mário Quadros/Diário do Pará) Após muito disse-me-disse sobre o horário do jogo da final do primeiro turno do Campeonato Paraense, em função das obras d

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O gramado do estádio Mangueirão não está em boas condições há muito tempo. Com chuva, então... (Foto: Mário Quadros/Diário do Pará)

Após muito disse-me-disse sobre o horário do jogo da final do primeiro turno do Campeonato Paraense, em função das obras do BRT na avenida Augusto Montenegro, do lamaçal fora do estádio, outro fator que preocupava era o castigado gramado do Mangueirão.

Na semana que antecedeu as semifinais, todas as equipes semifinalistas treinaram no local das partidas. E antes da decisão, Clube do Remo e Paysandu voltaram a fazer coletivos no estádio, que, logicamente, ficou bastante desgastado e atrapalhou o desempenho dos atletas.

Como é tradicional, sobretudo nesta época do ano, chove em Belém praticamente todos os dias, por volta das 14h e, ontem, mais uma vez isso aconteceu. No entanto, não foi um chuvisco, mas sim um temporal.

Muita água antes de começar o jogo, mesmo assim, o gramado chegou a suportar bem a pressão. Com o terreno molhado, a partida iniciou por volta das 15h10, e tudo saiu tranquilo. O Paysandu, com uma equipe mais leve, conseguiu articular bem as jogadas e abriu o placar ainda no primeiro tempo.

Já no final da primeira etapa, a chuva apertou e muito, seguindo durante o intervalo e o começo do segundo tempo. Daí, começaram as cenas lamentáveis. Pedaço de grama voando, bola parando em poça, jogadores escorregando, e muitos, muitos buracos no campo do Olímpico.

O jogo, que já não vinha em um bom nível técnico, se resumiu a chutões e lançamentos. E desta forma, saiu o lance do gol remista. Em um lançamento de Léo Paraíba, a bola chegaria fácil para o goleiro Emerson, porém a redonda parou na poça, caindo certinha para Welthon, que driblou e sofreu pênalti, que ocasionou no empate.

Dado Cavalcanti salientou como o gramado pesado e encharcado prejudicou a equipe dele. “Com campo encharcado, o campo pesado, nossa equipe sentiu. Nossa equipe não joga com lançamento, com transição, e o Remo tem essa característica. Quando nós tentávamos fazer as situações de ronda, de passe, do dá e sai, a bola parava na poça, isso foi diferencial no segundo tempo”, analisou o treinador do Paysandu, que pretende disputar o maior número de
partidas possíveis na Curuzu.

(Café Pinheiro/Diário do Pará)

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