Após um primeiro turno onde surpreendeu os adversários e, por pouco, não garantiu lugar na decisão da Taça Cidade de Belém, o returno ainda tem sido de poucas alegrias para o Águia. Jogando com um time muito desfalcado em Santarém, a derrota por 3 a 1 para o São Raimundo não causou maiores sustos. Já o empate em 0 a 0 com o Tapajós, em Marabá, não estava nos planos.
Com mais três jogos para disputar, sendo dois seguidos fora de casa, o Azulão agora busca unir forças para reagir longe do Zinho Oliveira. E vai precisar fazer isso sem grandes reforços.
O técnico João Galvão não esconde que na sua montagem de elenco do Águia ele sente falta de um centroavante, mas não lamenta por isso. “Precisamos de um jogador mais forte, de referência, até para as bolas alçadas na área. Sentimos a falta de um atleta com essas condições, mas agora não há o que se fazer. Vamos com esse time e vai dar certo com quem já está aí”, prometeu o treinador. Além de não ter novos contratados, o clube deve seguir desfalcado do seu lateral-direito Léo Rosa.
“Praticamente impossível que ele retorne no próximo jogo”, lamentou.
O técnico do Azulão também destacou que o time precisa de mais tranquilidade na hora de finalizar, mas assevera que a situação não é tão complicada quanto parece.
Para Galvão, na última partida faltou tranquilidade aos seus comandados. “Conversei com o grupo, ninguém está distanciado nesse grupo. A distância entre os times é de um ou dois pontos, no máximo, então se fizermos nossa parte podemos chegar lá. Agora é levantar a cabeça, trabalhar e pensar no Independente que é uma baita de uma equipe. Será um bom jogo em Tucuruí e é nessas horas que a gente precisa crescer, se agigantar e conquistar os pontos perdidos”, ressaltou o comandante da equipe marabaense.
Banpará, enfim, assina contrato
Apenas agora, a três rodadas do fim do segundo turno do Parazão, o convênio de patrocínio do Banpará foi assinado com os clubes, que finalmente receberão a verba a partir de amanhã.
O convênio do banco estatal é renovado desde 2009, quando a exibição do Parazão pela TV Cultura teve início. Este ano houve atraso por conta da falta de documentação na prestação de conta de alguns clubes.
O Banpará depositará 12 cotas mensais aos participantes do estadual em troca de publicidade nos uniformes. Paysandu e Remo receberão R$ 54,5 mil por mês e os demais times R$ 19,8 mil.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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