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ESPORTE PARÁ

Jogadores do Leão fazem pacto em prol de Veiga

Os jogadores do Remo fecharam um pacto para ajudar o novo técnico do time, o paulista Marcelo Veiga, que terá pouco tempo para preparar o time com vistas ao Re-Pa. Foi o que deu a entender, ontem pela manhã, o zagueiro Ítalo. O defensor, que deve continu

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Os jogadores do Remo fecharam um pacto para ajudar o novo técnico do time, o paulista Marcelo Veiga, que terá pouco tempo para preparar o time com vistas ao Re-Pa.

Foi o que deu a entender, ontem pela manhã, o zagueiro Ítalo. O defensor, que deve continuar como titular, substituindo Max, ainda tratando de uma lesão no ombro esquerdo, revelou que os jogadores têm conversado bastante para aumentar o grau de união do grupo para o clássico.

Ítalo salientou que a entrega dos atletas será vital devido a falta de tempo que Veiga encontrará para implantar o seu estilo de trabalho. “A gente vem conversando bastante, eu, o Fernando Henrique, o Henrique, o Eduardo Ramos. O grupo está fechado. O Marcelo (Veiga, treinador) vai trabalhar, dois, três dias e vai ser meio difícil. Mas não podemos nos queixar. Temos de dar o nosso melhor. Viemos pra cá para colocarmos os nossos nomes na história do Remo”, comentou.

O zagueiro lamentou a saída do técnico Leston Júnior, que não resistiu à derrota frente ao Tapajós. “Infelizmente aconteceu a saída do ‘professor’ Leston. Não queria que isso acontecesse. Ele é um cara de um caráter muito bom, mas no futebol qualquer um está sujeito a isso”, observou.

O zagueiro se queixou das cobranças que a defesa remista vem sofrendo de maneira isolada. “Desde o começo a cobrança é imensa na parte defensiva. Mas o futebol, infelizmente, é coletivo. Se há falha lá na frente e atrás todo o elenco tem de ser cobrado. Não apenas os setores”, pediu.

O jogador admitiu o seu desapontamento com a campanha remista. “Quando fui contratado pelo Remo sabia que a pressão seria imensa, mas esperava que a gente tivesse esse começo tão turbulento”, disse. Ele aposta, porém, suas fichas no Re-Pa. “Num clássico podemos mudar tudo, da água para o vinho”, apontou. “É o jogo das nossas vidas”, encerrou.

(Nildo Lima/Diário do Pará)

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