O cronômetro marcava 45 minutos do segundo tempo, quando Tiago dominou a bola, e foi derrubado por Pablo Wallace dentro da área. Nadilson Sousa dos Santos, árbitro da partida, marcou pênalti para o Águia. Flamel foi lá e converteu. Todo este lance gerou muita reclamação, principalmente dos bicolores que consideraram injusto o resultado, culpando a arbitragem.
O treinador alviceleste, Dado Cavalcanti, avaliou que foi um bom jogo, mas o Papão voltou a sentir a ausência de um grande número de atletas que não estavam disponíveis para o confronto. “Foi difícil. Iniciamos bem o jogo, estávamos melhor postados, com mais posse de bola. Voltamos bem na segunda etapa, fizemos o segundo. Mas depois, aceitamos a força ofensiva do Águia e ao mesmo tempo, por conta da ausência dos jogadores, não tínhamos como revidar as investidas deles”, analisou o treinador.
Sobre o lance do pênalti, a chateação do comandante era muito grande. Segundo ele, a penalidade não aconteceu e isso prejudicou o Paysandu. “Ao final do jogo, eu fui cumprimentar o árbitro e ele me disse ‘professor, eu não quis prejudicar’. Ele sabe que errou, ele tem consciência disso. No pênalti sobre o Cearense, o goleiro deveria ter sido expulso. Mas enfim, tiveram erros para os dois lados e ele não estava ali de má fé. Só que os contra a gente foram um pouco mais determinantes”, encerrou.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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