O jogo contra o Águia pela última rodada da Taça Estado do Pará ainda repercute na Curuzu. Além do resultado da partida, com um empate após o Paysandu abrir 2 a 0 no placar e consequentemente ficar fora das finais do segundo turno, a arbitragem também foi um tema abordado por alguns jogadores. Agora, o grupo pensa em ajustar os erros para que outros vacilos como esse não se repitam.
Depois de uma boa apresentação nos primeiros 45 minutos, com domínio quase que total das ações e vantagem de 1 a 0 no placar, o Papão voltou para o segundo tempo ainda melhor e já tinha ampliado a diferença aos dois minutos da etapa final. A partir daí, o Azulão foi para cima, pressionou e, contando com a estrela do ídolo Flamel, conseguiu o empate que o livrou do rebaixamento.
Porém, o segundo gol do camisa 10 aguiano foi marcado de pênalti, que, segundo os bicolores, não existiu. Desta forma, os visitantes se sentiram prejudicados pela arbitragem do jogo.
Apesar da influência direta do juiz no placar, a equipe de Marabá foi superior em todo o segundo tempo, algo que não foi deixado de lado quando os bicolores analisaram o resultado do confronto. “Nós lamentamos o empate com o Águia. Estávamos ganhando de 2 a 0 e o jogo estava nas nossas mãos. Eu não gosto de falar de arbitragem, de ficar colocando desculpas, mas o juiz foi muito infeliz. Não quero culpar a arbitragem, porque nós temos que olhar para os nossos erros. Só que depois ele vai querer reclamar e apitar jogo grande, mas ele não tem condições nenhuma”, disparou o volante Lucas, em protesto a atuação de Nadilson Sousa dos Santos.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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