Quatro meses depois, Belém volta aos holofotes do mundo olímpico. Representante da região Norte no revezamento da Tocha Paralímpica pelo Brasil, a Cidade das Mangueiras será a segunda cidade no percurso do símbolo olímpico, que iniciou o revezamento em Brasília ontem e segue no ritmo de uma cidade por dia até o dia 6, quando chega ao Rio de Janeiro, e no dia 7 participa da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos.
A novidade nessa nova passagem por Belém é que o percurso deve ser bem reduzido em relação à passagem da Tocha Olímpica, no mês de junho. Após o acendimento da chama, na praça Dorothy Stang, a chama paralímpica será conduzida em percurso motorizado parando para receber homenagens em cinco pontos da cidade que trabalham com reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência. São eles: SABER, CIIC, APAE, NEL e Ginásio Altino Pimenta.
Só a partir daí se iniciará o revezamento, com 60 condutores conduzindo a chama até a praça Frei Caetano Brandão, na Cidade Velha, onde está sendo preparada uma festa. Entre os condutores da chama paralímpica, estão paratletas e militantes da causa de inclusão, como o professor Wilson Caju, técnico do projeto All Star Rodas, Larissa Silva, judoca com deficiência visual, e João Silva, bicampeão paralímpico de futebol de 5.

(Taion Almeida/Diário do Pará)
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