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ESPORTE PARÁ

FPF reabre as inscrições para a Segundinha

Agendado originalmente para setembro, o Campeonato Paraense da segunda divisão deve sofrer mais alguns atrasos. Pendências administrativas têm atrapalhado a organização, tanto que a Federação Paraense de Futebol (FPF) até reabriu um processo de matrícula.

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Agendado originalmente para setembro, o Campeonato Paraense da segunda divisão deve sofrer mais alguns atrasos. Pendências administrativas têm atrapalhado a organização, tanto que a Federação Paraense de Futebol (FPF) até reabriu um processo de matrícula. As inscrições deveriam ter sido feitas até o final de julho, mas o novo prazo vai até o dia 16 deste mês.

A ideia é dar uma nova chance para que os clubes possam se adequar às novas regras do futebol brasileiro após a aprovação do Profut. “É preciso apresentar as Certidões Negativas de Débitos junto à Receita Federal e FGTS. Os clubes que não apresentarem a documentação terão seu pedido indeferido”, avisou o diretor técnico da FPF, Paulo Romano.

CHANCE PARA O VÊNUS

No fim de julho, a FPF anunciou os participantes da Segundinha. Na época, dos 12 times, apenas o Gavião Kyikatejê era situado fora da Região Metropolitana de Belém. Após o encerramento do prazo de inscrição, o Vênus de Abaetetuba apresentou interesse em disputar o torneio.

19 clubes convidados para a Segundinha

É a expectativa da FPF quanto ao número de inscritos é de 10 a 13 times. Os prováveis participantes são: Castanhal, Desportiva Paraense, Gavião Kyikatejê, Grêmio Carajás, Izabelense, Pinheirense, Pedreira, Sport Belém, Time Negra, Tiradentes, Tuna Luso, Vênus e Vila Rica.

Logística pode estar sob ameaça, mas diretor não acredita em dificuldades

Além da documentação, outro fator preocupa a FPF. Devido aos problemas de documentação, as últimas parcelas do acordo junto ao Governo do Estado não foram recebidas pela entidade, que está com suas receitas comprometidas e coloca em xeque a viabilidade logística do torneio. Apesar de reconhecer a dificuldade, Paulo Romano está otimista. “É uma questão burocrática e a direção da FPF tem se movimentado para resolver o problema. Acredito que não teremos dificuldades com a logística da Segundinha, até porque a maioria das equipes é da Região Metropolitana, o que simplifica os gastos”, explicou.

(Taion Almeida/Diário do Pará)

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