Enquanto a Comissão de Auditagem segue o trabalho de analisar a lista de sócios aptos a votar nas eleições do Remo, as chapas continuam em campanha para o pleito que agora será no dia 3 de dezembro.
Um dos grandes questionamentos é quanto a parte financeira do clube, principalmente por conta dos salários atrasados dos jogadores e demais funcionários, além das outras dívidas que o Leão possui.
Segundo Ricardo Ribeiro, candidato a vice-presidente da chapa 10, o seu grupo tem trabalhado bastante para solucionar este problema. “Nós temos todo o nosso planejamento. E vai ser o nosso compromisso número um. Arcar com os compromissos com o plantel e com toda a administração do clube. Isso é importante para um gestor. Com a experiência do Manoel Ribeiro e, humildemente, comigo nós vamos ajudar o Remo a ter uma situação melhor”, prometeu.
Para resolver tais situações, Ricardo Ribeiro ressalta que eles vão usar a credibilidade dos integrantes da chapa para ter sucesso à frente do Leão.
“Existe um nome chamado credibilidade. E nós temos toda uma credibilidade, principalmente, o doutor Manoel, para fazer parceira com empresários e sócios que tem uma situação tranquila. Se você tem uma boa credibilidade, você pode negociar. O Remo não é R$ 1 milhão, R$ 2 milhões, é muito mais que isso. Esse não é o problema. Para mim, o problema se chama credibilidade. Temos essa preocupação e vamos resolver esse problema”, encerrou Ricardo Ribeiro.
Chapa 2: vice já sabe onde atuará
Com a saída de Fábio Bentes, vice da atual gestão de André Cavalcante, a chapa 20 escolheu Marcos Lobato, auditor da Secretaria da Fazenda, para compor o grupo do atual presidente e disputar a reeleição. Além de todas as suas funções, Lobato terá um papel importante no setor financeiro remista.
“Em conversa com o André, ele quer que a gente trabalhe na área financeira do clube. A gente precisa fazer uma reengenharia financeira no clube, onde possamos sanear o clube. Uma visão mais moderna, para termos um clube mais equilibrado ao longo desta gestão”, explicou.
Com sua experiência na área tributária e de administração, Lobato quer ajustar ainda mais as finanças remistas, com a proximidade da adesão total ao Profut.
“A gente sabe que sem uma gestão moderna não vamos chegar a lugar nenhum. Temos que escolher esse caminho. O Profut, vendo o cenário financeiro dos clubes, que é de endividamento, trouxe uma possibilidade de saneamento, por meio do parcelamento de dívidas. Precisamos aproveitar isso e colocar o Remo entre os grandes clubes do Brasil e sanear esta situação financeira”, encerrou.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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