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ESPORTE PARÁ

Serra quer compensações por vaga na Sul-Americana

O Paysandu viverá um novo momento administrativo a partir de 2017. Após a gestão Alberto Maia, Sergio Serra será o responsável em sentar na cadeira mais importante dentro do Papão pelos próximos anos. Serra é mais um presidente do grupo chamado “Novos

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O Paysandu viverá um novo momento administrativo a partir de 2017. Após a gestão Alberto Maia, Sergio Serra será o responsável em sentar na cadeira mais importante dentro do Papão pelos próximos anos.

Serra é mais um presidente do grupo chamado “Novos Rumos”. O novo presidente bicolor já sabe de alguns desafios que terá pela frente, mas, juntamente da nova diretoria, já estabeleceu metas para alavancar o clube alviceleste.

"Na questão do planejamento estratégico do clube. Fazer que todos os diretores entendam que a busca é pelo planejamento estratégico. Não perder o foco disso. É natural que os diretores tenham um sonho, mas isso já está escrito. Somos 'reféns' dessa situação. Esse é o primeiro desafio", contou.

Por fazer parte de um grupo que trouxe Vandick e Alberto Maia como presidentes, Sergio Serra conseguiu aprender algumas lições nos dois momentos vividos dentro do clube. Após fazer parte, nos bastidores, de ambas as gestões, o novo mandatário máximo do Paysandu espera colocar em prática todo o aprendizado.

"Foram gestões em momentos diferentes. Trouxe um aprendizado sobre a estrutura do clube, das necessidades do clube, de toda uma expectativa de quando você tem uma diretoria grande, as pessoas criam. Uma coisa é o que você idealiza, outra coisa é o que é possível. Você aprende rapidamente diferenciar essas duas coisas", ressaltou.

Uma das grandes cobranças que o presidente eleito deve herdar, é o fato do Paysandu perder a vaga na Sul-Americana, conquistada através do título da Copa Verde 2016. Serra estuda o assunto com serenidade, mas adianta que o Papão não deve entrar em conflito com a CBF pela participação na competição.

"Eu, individualmente, tenho um sentimento de frustração, foi uma vaga conquistada em campo, com regulamento e tudo, e foi nos tirado. Temos que ter muito equilíbrio nessa hora. Não vejo como caminho algum tipo de briga ou atrito com a entidade mais poderosa do futebol brasileiro, mas, ao mesmo tempo, entendo que temos que buscar compensações, que, neste momento não tenho ideia de quais seriam", finalizou.

(DOL)

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