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ESPORTE PARÁ

Josué Teixeira testa equipe para mais um amistoso

Desde que chegou ao Clube do Remo, o técnico Josué Teixeira mostrou que vai dar oportunidades para jogadores regionais e garotos da base azulina, até mesmo porque a diretoria carece de recursos financeiros para fazer grandes investimentos na próxima tempo

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Desde que chegou ao Clube do Remo, o técnico Josué Teixeira mostrou que vai dar oportunidades para jogadores regionais e garotos da base azulina, até mesmo porque a diretoria carece de recursos financeiros para fazer grandes investimentos na próxima temporada. Como prova do aproveitamento e também da inteção de montar um time caseiro, o treinador pediu a contratação do lateral-direito Roni, do sub-17. Com isso, a aquisição de Ronaldo, jogador da mesma posição, com quem o comandante azulino trabalhou no Macaé-RJ, foi cancelada.

No treinamento da tarde de ontem, quando Josué Teixeira ministrou um coletivo em preparação para o amistoso de amanhã, às 15h30, no estádio do Souza, contra a Seleção de Ponta de Pedras, a equipe titular foi escalada com seis atletas oriundos das divisões de base remista. A expectativa é que os demais garotos do elenco participem da partida, sendo observados pelo treinador remista.

Quem deve participar do segundo amistoso da era Josué Teixeira é o atacante João Victor, que teve um bom desempenho na Segundinha deste ano com a camisa do Castanhal, equipe pela qual foi o artilheiro do torneio com nove gols.

Após se recuperar de uma lesão na coxa neste retorno ao Remo, ele deve assumir a camisa 9 do Leão no jogo de amanhã.

“Conversei com o professor. A princípio eu não ia participar do amistoso, mas me coloquei a disposição e ele me deu oportunidade para jogar. É manter o trabalho para que em 2017 eu possa colher bons frutos com o Clube do Remo”, ressaltou o atacante.

‘Não é justo cobrar, mas é necessário’, afirma diretor

Após a declaração do diretor de estádio do Remo, Helder Cabral, sobre a possibilidade de o sócio-torcedor ter de pagar ingresso nos jogos da equipe no Baenão, houve uma grande reclamação por parte dos azulinos, que mais uma vez devem pagar a conta dos problemas causados por antigas gestões.

O dirigente ressaltou que o torcedor precisa ajudar mais uma vez. “Não é justo cobrar do torcedor, mas é justo a gente pedir um apoio agora, porque foram gestões passadas, que, na realidade, não destruíram o estádio, eu não falo destruir. O Zeca Pirão (presidente na época) tentou fazer uma obra futurista e demoliu o lado da travessa das Mercês, mas não deixou o estádio sem jogos. Só que aquilo levou a interdição do estádio. Sobre as gestões passadas, eu não posso falar”, disse.

Sobre cobrar dos antigos diretores que fizeram a proposta do projeto e deixaram o estádio na atual condição, Helder Cabral vê dificuldades. “Às vezes, a pessoa não faz por maldade, faz tentando acertar. Se formos ver por esse lado, você tem que cobrar várias coisas. Não só relacionadas ao estádio. A pessoa, quando se candidata à presidente, sabe que vai pegar um legado que não é muito bom. Tudo bem que entrou porque quis, e ele assume sabendo disso, ninguém é enganado quando se candidata, mas é um desafio para a pessoa”, encerrou.

(Café Pinheiro/Diário do pará)

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