A reunião de ontem apontou diversos caminhos, mas ainda não bateu o martelo. O diretor técnico da FPF, Paulo Romano, disse que haverá um novo encontro entre os representantes dos clubes para decidir os detalhes finais. Apesar de não receber mais os repasses de logística, a FPF deve seguir como a operadora dos deslocamentos das equipes. “Como os grupos envolvidos no patrocínio, Banpará e Funtelpa, não têm funcionários capacitados para exercer esse trabalho, decidimos que a federação deve fazer esse serviço. Ainda vamos acertar com eles todos os detalhes da prestação de contas”, argumentou o dirigente.
Romano disse ainda que a tabela da competição não deve sofrer mudanças, ficando a primeira rodada marcada para o dia 28 de Janeiro, com o jogo entre Paysandu e Castanhal. “No dia seguinte teremos os demais jogos, como o previsto. Se tivermos mudanças serão pontuais”.
Uma mudança que fica pré-determinada diz respeito às cotas do Paysandu. Pelo contrato com a Caixa, o clube não receberá os valores do Banpará de patrocínio da competição e o prêmio de R$ 120 mil ao campeão paraense, caso conquiste o título. Se decidir o torneio com outro clube, o valor da cota ficará previamente destinado ao adversário.
Os valores da premiação de meritocracia para os quatro primeiros colocados devem sofrer mudanças. Uma vez que não haverá dois turnos, pode ser que o valor para cada posição seja reajustado, mas as premiações exatas ainda não foram definidas. Como a responsável pelo pagamento é a Funtelpa, o Paysandu receberá integralmente os valores a que tiver direito.
Em detalhes
R$ 827.904,00 -É a cota que Remo e Paysandu vão receber da Funtelpa pelo direito de transmissão dos jogos
R$ 88.704,00 - É a cota que as demais equipes do Parazão irão embolsar da transmissora do campeonato
R$ 6,35 milhões - É o valor total das cotas de patrocínio, que serão pagas por Banpará (R$ 3,4 mi) e Funtelpa (R$ 2,956 mi)
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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