O General mostrou mais uma vez que veio para uma guerra. Com uma postura de quem quer vencer, o Pinheirense foi para cima do Remo, mas acabou terminando a batalha empatada em 0 a 0, com um combatente a menos. Porém, a determinação dos soldados comandados por Junior Amorim foi fundamental para o bom desempenho do grupo no campo de batalha do Mangueirão, na noite de ontem.
Os guerreiros do Pinheirense são formados por nomes experientes do futebol paraense, com Magrão, campeão brasileiro da Série C pelo Remo, em 2005, e também por jovens valores, como o atacante Lucão. Essa mescla, ganha o reforço do comandante Junior Amorim, que já esteve em campo e hoje orienta todos de fora, com um olhar de quem sabe o que está fazendo e que quer tirar o melhor de seus soldados, que às vezes foram renegados em outros esquadrões de maior porte.
“Tentamos tirar coisas que eles talvez nunca deram em outro lugar. Buscar o máximo, tirar o máximo. Esses caras têm muita qualidade, muito coração e muita vontade de chegar em algum lugar. Colocamos para eles que é possível”, afirmou o treinador. Já o volante Alexandre encara a competição com a mesma dedicação e doação de um soldado que vai para a guerra. “O nosso time é um time de guerreiros. Cada jogo vai ser uma guerra e nós vamos entrar para ganhar”, destacou.
Na batalha contra o Remo, o General de Icoaraci mostrou um padrão tático e um comportamento dignos de militares, sempre cumprindo as ordens do comandante maior, Junior Amorim. “Não é bem militar. Mas é o que o futebol pede. Pede aplicação, esquema tático que os jogadores têm que cumprir. Eu fiquei nervoso em alguns momentos, porque nós fizemos nosso plano de jogo. Marcamos bem, mas erramos os passes. Se acertássemos isso, nossa sorte poderia ter sido outra”, encerrou.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar