plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
ESPORTE PARÁ

Paysandu: 103 anos de glórias e conquistas

Nascido em 2 de fevereiro de 1914, o Paysandu se tornou uma das principais referências esportivas do Pará. Clube de Suíço, Time do Povo, Papão da Curuzu e Tradição alviceleste foram algumas das alcunhas que marcaram a trajetória desse clube detentor de um

twitter Google News

Nascido em 2 de fevereiro de 1914, o Paysandu se tornou uma das principais referências esportivas do Pará. Clube de Suíço, Time do Povo, Papão da Curuzu e Tradição alviceleste foram algumas das alcunhas que marcaram a trajetória desse clube detentor de uma das maiores (senão a maior) torcida do norte e de glórias incontáveis no esporte. O bola separou sete momentos marcantes para celebrar a data. Confira:

1º NASCIMENTO E PRIMEIRO TÍTULO

No dia 2 de fevereiro de 1914, um grupo de 42 desportistas reuniu-se para fundar o Paysandu Sport Club. Reunindo diversos atletas de outras agremiações da época, como o North Club, Internacional e Recreativo, o clube nasceu com a meta de destronar o clube do Remo, então campeão paraense e acusado de favorecimento por outros clubes. A primeira taça de sua longa lista foi conquistada naquele mesmo ano: o título invicto da segunda divisão estadual, que contou com gol de pênalti cobrado de calcanhar pelo ídolo Hugo Leão, na vitória por 14 a 3 sobre o Ipiranga.

2º AQUISIÇÃO DO ESTÁDIO DA CURUZU

Originalmente conhecido como ‘estádio da Firma Ferreira e Comandita’, a Curuzu é quase tão antiga quanto o próprio Paysandu, tendo sido construída em 14 de junho de 1914 e sediado o primeiro Re-Pa. Quatro anos depois, a praça foi adquirida pelo Paysandu que o batizou com o nome de um de seus principais patronos: Leônidas Castro, responsável pela aquisição do estádio e construção da sede social.

3º CONSTRUÇÃO DA SEDE SOCIAL

A diversificação dos esportes no Paysandu se deu com o tempo. Em 1920, a sede náutica foi inaugurada e até hoje funciona no mesmo prédio, e começou a competir nas disputas de remo. A partir da construção da sua sede social, em abril 1927, o clube tornou-se aberto a eventos sociais e uma série de novos esportes – basquete, futsal e handebol no ginásio Moura Carvalho e competições de natação, no antigo parque aquático instalado no topo da sede (atualmente desativado).

4º PINTOU O SETE NUMA TELA AZUL

O Paysandu teve ídolos e grandes times desde o princípio de sua história, mas o predomínio que o chamado ‘Esquadrão de Aço’ construiu entre 1939 e 47 mudou o patamar bicolor. O time recheado de craques como Soiá, Vicente, Arleto Guedes (futuro técnico) e Quarentinha (o primeiro de três craques com esse apelido) construiu as duas maiores goleadas da história do re-Pa: 7 a 1, em 1943, e 7 a 0, em 45. O time conquistou seis títulos paraenses, incluindo um penta entre 1942-47, a maior fila de títulos estaduais seguidos do clube.

5º A ERA QUARENTINHA – 1956-73

Quarentinha, um dos maiores ídolos do clube. (Foto: Octávio Cardoso/Diário do Pará)

Nenhum jogador na história do futebol paraense fez tanto pelo time que defendeu quanto Paulo Benedito dos Santos Braga, o Quarentinha. Historiadores atestam que a torcida bicolor só cresceu ao seu tamanho atual durante a fase em que o atleta defendeu o clube e o ajudou a conquistar 12 títulos paraenses em 18 anos. Quando iniciou sua carreira, Remo tinha oito títulos a mais que o Paysandu. Quando se aposentou, o Paysandu tinha quatro a mais. Também foi protagonista de algumas das vitórias mais marcantes história do clube, como os 3 a 0 sobre o Peñarol.

6° A ERA GIVANILDO – 2000-03

O técnico Givanildo comandou o Papão por uma trajetória de conquistas. (Foto: Mário Quadros/Diário do Pará)

Quando Givanildo Oliveira assumiu o Paysandu em 2000, começou ali uma série de conquistas que elevou a marca Paysandu a nível internacional. Comandando um time de craques como Jobson, Iarley, Sandro e Vandick, o técnico deu ao clube três títulos paraenses, o bicampeonato da série B (dez anos após o primeiro título) o título da Copa Norte (o único conquistado por um time do Pará) e a Copa dos Campeões, que deu direito ao time de disputar a Taça Libertadores da América e fazer grande campanha em 2003.

7º A REESTRUTURAÇÃO

Após uma temporada complicada, o Paysandu volta a fazer seu nome no esporte. Sempre com amor à camisa. (Foto: Thiago Araújo/Arquivo)

Após o ápice em 2003, o Paysandu viveu anos de endividamento e problemas administrativos que levaram o time à série C em 2007. A recuperação desse tempo foi gradual. As arquibancadas da Curuzu foram concluídas ainda durante os anos de série C, mas os avanços administrativos e patrimoniais se aceleraram a partir de 2013, com a criação do programa Sócio Bicolor, que ultrapassou os 20 mil inscritos. Somaram-se a reforma e modernização da Curuzu, em 2014, a construção do hotel concentração, em 2015, e da marca Lobo, em 2016. Para os próximos anos, o clube planeja inaugurar seu centro de treinamentos, em Ananindeua.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Pará

    Leia mais notícias de Esporte Pará. Clique aqui!