Na última partida do Remo no Parazão, contra o São Raimundo, o Leão não teve a presença do volante Marquinhos, que se recuperava de lesão. Pronto para voltar ao time, o jogador não vê a hora de jogar o Re-Pa.
No jogo contra o Pantera, o treinador Josué Teixeira usou outro esquema, já que não pode contar com Marquinhos. Desta forma, a equipe perdeu um jogador com boa qualidade no passe, que fez muita falta para a equipe lá em Santarém.
“Fico feliz de saber que sentiram a minha falta. Todo jogador dentro do elenco tem sua importância. Cada um tem sua característica, mas se juntarmos tudo isso, só quem tem a ganhar é o Remo”, afirmou o volante remista.
Às vésperas do Re-Pa, Marquinho já está na expectativa da partida. Segundo o meio-campista, o sonho de qualquer jogador é atuar em um estádio lotado, o que certamente irá ocorrer no clássico Rei da Amazônia deste domingo. “O jogador que não tem ansiedade, não pode se considerar jogador. Aquele frio na barriga é importante, sinal de concentração. Eu estou doido para que chegue logo domingo, para entrar em campo e acabar essa ansiedade”, concluiu.
O Leão deve realizar hoje o coletivo para a partida contra o Paysandu. A expectativa é que Marquinhos atue no time titular azulina. O Remo enfrenta o seu maior rival, neste domingo, às 16h, no Mangueirão.
Sempre tem uma primeira vez!
Nas últimas temporadas, Flamel vinha sendo um dos grandes nomes do futebol paraense. Sempre com muita habilidade e golaços, o meio-campista aprontava para cima de Remo e Paysandu com a camisa do Águia de Marabá. Hoje, vestindo as cores do Leão, Flamel vai disputar o seu terceiro Re-Pa e espera sair de campo com a sua primeira vitória.
O camisa 10 azulino já jogou dois Re-Pa na sua carreira, mas com a camisa do Paysandu, em 2007. Porém, Flamel não teve muito sucesso, saindo de campo com um empate e uma derrota. No primeiro Clássico Rei da Amazônia pelo Clube do Remo, o meia espera uma sorte melhor. “Eu joguei uma vez como titular e uma entrei no decorrer da partida. Só que eu não tive a possibilidade de ganhar. Espero poder (vencer) agora no domingo”, destacou.
Por ser um jogador da terra, Flamel conta que a semana do Re-Pa mexe com os ânimos de todos e, mesmo com toda a sua experiência no futebol paraense, a ansiedade sempre vai existir. “É um sonho jogar um clássico desses. A responsabilidade é muito grande. Em se tratando de Re-Pa é um divisor de águas, a gente sabe disso. Mas precisamos de tranquilidade, e trabalhar com humildade e afinco para sair de campo com a vitória”, finalizou o meia azulino.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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