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ESPORTE PARÁ

Time faz mais mistério que filme de suspense

O técnico Marcelo Chamusca procurou fazer mistério em torno da escalação do Paysandu para encarar o Galo. O treinador evitou a presença da imprensa, no treinamento da última quarta-feira (8), na Curuzu, temendo que alguma coisa de sua equipe chegasse ao c

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O técnico Marcelo Chamusca procurou fazer mistério em torno da escalação do Paysandu para encarar o Galo. O treinador evitou a presença da imprensa, no treinamento da última quarta-feira (8), na Curuzu, temendo que alguma coisa de sua equipe chegasse ao conhecimento do adversário. Entre os jogadores, a ordem parecia ser a de manter o “bico fechado”, evitando, nas entrevistas, entrar em detalhes sobre a formação do time, bem como da estratégia que será adotada frente ao visitante.

“Não sei quem vai jogar”, afirmou o meia-atacante Bergson ao ser questionado sobre a formação bicolor. “Isso só quem pode dizer é o técnico Marcelo Chamusca”, esquivou-se Willian Simões, ao ser questionado sobre a fórmula de jogo a ser adotada pelo Papão.

Escalação e sistema à parte, uma coisa é certa, Chamusca vai cobrar de seus comandados aproveitamento superior ao que o time apresentou frente ao Galvez, na estreia da Copa Verde. “Não tivemos a eficiência esperada nas finalizações”, apontou, após a partida, dando a entender que seria mais exigente com seus comandados. Se a cobrança foi feita e se ela terá efeito, só se saberá após os 90 minutos de hoje, no estádio da Curuzu.

Bicolores querem lavar a honra com a vitória

Embora os jogadores do Paysandu sejam, no mínimo, cautelosos quando questionados sobre o assunto, o Papão entra em campo para encarar o Galo disposto a depenar o adversário, dando o troco da derrota – 1 a 0 – sofrida pelo time em Tucuruí, no primeiro encontro do ano entre os dois. Durante a semana de preparação da equipe, os bicolores, diante dos repórteres, não pouparam elogios ao visitante, mas deixaram transparecer nas entrelinhas que a vitória é questão de honra.

O meia-atacante Bergson, por exemplo, citou o gramado do Navegantão, em Tucuruí, como adversário extra do Papão na partida de ida. “Nunca havia jogado em toda a minha carreira num lugar tão ruim”, contou. “Tenho certeza que aqui, num gramado como o que temos na Curuzu, a história será outra”, avisou.

(Nildo Lima/Diário do Pará)

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