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Leão busca parcerias para trabalhar sua base

O meia Max é um dos jovens atletas que buscam o seu espaço no Leão. Ele, inclusive, já foi titular nesta temporada (Foto: Mauro Ângelo) As categorias de base do Clube do Remo, nos últimos anos, vêm dando bons frutos aos azulinos. Mesmo sem ter aquela est

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O meia Max é um dos jovens atletas que buscam o seu espaço no Leão. Ele, inclusive, já foi titular nesta temporada (Foto: Mauro Ângelo)

As categorias de base do Clube do Remo, nos últimos anos, vêm dando bons frutos aos azulinos. Mesmo sem ter aquela estrutura adequada, os remistas conseguem fabricar seus craques. Porém, para melhorar ainda mais estre processo, o Leão fechou algumas parceiras com equipes das regiões Sul e Sudeste.

Com o aval e a ajuda do técnico Josué Teixeira, o Remo vai emprestar alguns jogadores recém-promovidos ao time principal. Com o Camboriú-SC, atletas de até 23 anos irão jogar a segunda divisão do Catarinense. Enquanto isso, o meia David Lima, de 15 anos, e que já treina com os profissionais, vai fazer testes no Fluminense-RJ.

Segundo o diretor da base remista, Paulinho Araújo, as parcerias já estão segmentadas, com o recebimento dos documentos das duas equipes, e são excelentes para o clube. “As parcerias são perfeitas para o Remo. O jogador que ainda não pode estar no profissional, vai para lá e depois volta com mais lastro para integrar o elenco do Remo”, afirma, explicando que o Remo também pode receber alguns bons valores. “Se quisermos algum jogador, eles liberam. A nossa comissão técnica pode ir para lá fazer intercâmbio. A parceira é total”, comentou o dirigente.

Para Paulinho Araújo, essa parceria já começar a mudar o presente do Leão, sendo importante para a formação de atletas que já estão se destacando na equipe remista. “Não falamos mais em futuro, já é presente. Muitos garotos estão vindo treinar conosco, porque viram alguns saírem. É espantosa a quantidade de garotos”, destaca o diretor.

O dirigente conta que há um trabalho de busca de jogadores para as categorias de base por todo o interior do Estado, para garimpar bons valores, como foi o caso do atacante Amauri, do interior do município de Bonito. Chegando aqui, os garotos passam por um trabalho com psicólogo, assistente social e será fechada uma parceria também para a parte nutricional. “Além dessas aí, temos várias outras parcerias que serão fechadas para a base”, encerrou Araújo.

(Café Pinheiro/Diário do Pará)

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