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Irreverente, Deiveson já tem "desafiado" em vista

No primeiro confronto pelo Ultimate Fighting Championship (UFC), o paraense Deiveson Alcântara teve ótima estreia ao vencer Marco Beltrán por nocaute técnico no final do segundo round, no último sábado (3), na primeira luta do UFC Rio 8. Na coletiva de im

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No primeiro confronto pelo Ultimate Fighting Championship (UFC), o paraense Deiveson Alcântara teve ótima estreia ao vencer Marco Beltrán por nocaute técnico no final do segundo round, no último sábado (3), na primeira luta do UFC Rio 8. Na coletiva de imprensa o "Deus da Guerra", como é conhecido, revelou que tem um lutador em mente que deseja desafiar.

“Vou começar a desafiar, tem um cara aí que eu desafio muito. Mas vou esperar que vai chegar o momento dele. Não é o dono do cinturão, mas vai chegar o momento dele. Já (me imaginei lutando com ele), já. É segredo ainda, tenho que me preparar mais, porque o cara é "sinistrão". Porque ele tem os cinturões de todos os eventos fora do Brasil, então quero ver se ele está preparado mesmo para pegar o cinturão do Demetrious Johnson. Eu fiquei sabendo que ele entrou no evento pra tomar o cinturão do Demetrious; vamos ver se ele vai conseguir na minha frente. Mas eu tenho paciência, sei que um dia vou chegar lá”, declarou.

O paraense dominou bem Beltrán e quase finalizou o mexicano no segundo round.

“Achei que estava estrangulando o cara do “Os Incríveis”, aquele que (se estica)… Esse cara não bate, que negócio é esse! Eu clamava pra Deus, “Faça com que ele bata logo, Senhor! Estou cansando!” E eu cansei, realmente cansei. Mas eu trabalhei ali o psicológico, ele ainda conectou umas três cotoveladas, mas consegui ficar em pé e percebi que poderia acabar a luta na trocação. Foi aí que dei início a trabalhar mais o boxe e o muay thai”, Deiveson. Beltrán pareceu bater na lona desistindo da luta, porém o árbitro Osíris Maia não viu e deixou a luta prosseguir.

A máscara já foi usada no Jungle Fight. No organização ele tem três lutas, venceu duas por finalizações e uma por nocaute (Foto: Reprodução/Twitter)

O lutador queria ter entrado na luta de estreia do Ultimate usando a máscara do Deus da Guerra, mas não conseguiu e lamentou o fato. Mas na coletiva de imprensa, Deiveson posou com a máscara, que já virou amuleto. O apelido Deus da Guerra vem de um personagem de videogame.

“Sempre quis um nome bem agressivo. Sabe aquela história do Pride, que tinha uns caras com uns nomes bem "iradão" mesmo? Eu queria um desses, que assuste o adversário. No meu início de luta, eu coloquei Deiveson Arcanjo, porque achei que tinha a ver com Deus e Anjo, mas não dava. Aí quando vi surgir Deus da Guerra, pensei, “É esse mesmo!” Falei com meu irmão, “Tem esse personagem no videogame que mata todo mundo, é mauzão, quero esse nome”. Um dia eu estava no shopping e vi uma máscara do Deus da Guerra, pensei que devia estar uns 50 contos, vou comprar. Perguntei quanto estava e ele disse, “180”. Pensei assim e disse, “Obrigado!” Falei que ia tentar juntar um dinheiro para comprar a máscara, era muito irada. Aí estava no treino e não é que apareceu um cara com a máscara? “Égua, tu comprasse a máscara? Me empresta, vou usar na luta!” Foi minha primeira luta, no meu bairro. Depois dessa luta, todos os garotinhos me chamavam de Deus da Guerra, e ficou até hoje”, contou, sobre a origem do apelido.

(Com informações do Combate)

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