A notícia caiu como uma bomba, ontem à noite, na Curuzu, e ela foi detonada pelo próprio Paysandu. Minutos antes da bola rolar para a estreia do time bicolor no Parazão, contra o Parauapebas, o volante Rodrigo Andrade, que era cotado para compor o time, teve o seu afastamento do elenco anunciado pela assessoria bicolor.
De acordo com nota divulgada pelo clube, o atleta apresentou “comportamento inadequado durante a pré-temporada” feita pelo elenco alviazul.
A partir do anúncio, as especulações em torno do caso passaram a surgir. Uma delas dando conta de que o meio-campista estaria forçando a sua saída do clube.
O presidente Tony Couceiro, em princípio, chegou a dizer que o atleta havia sido afastado por falta de um melhor condicionamento físico. “Ele se apresentou à comissão técnica, no começo da pré-temporada, acima do peso”, disse. Depois, o dirigente admitiu o afastamento do jogador do plantel, salientando que Andrade continua pertencendo ao Paysandu. “Ele não está saindo do clube, tendo ou não mau comportamento. São coisas diferentes”, declarou Couceiro.
NÃO É DE HOJE
O atleta, recentemente, chegou a recorrer à Justiça para tentar o desligamento da agremiação bicolor. “O Rodrigo pegou ‘corda’ de alguém e entrou na justiça contra o Paysandu. Ele perdeu em duas instâncias e acabou retirando o processo”, lembrou o presidente.
O jogador tem contrato com o Papão até 2020, com multa rescisória de R$ 5,3 milhões em caso de transação nacional e 10 milhões de euros em caso de transferência internacional.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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