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ESPORTE PARÁ

Papão: O primeiro gol a gente nunca esquece

Os dois gols do Paysandu no final de semana tiveram algumas coincidências entre si. Foram marcados por dois jogadores emprestados pelo Botafogo-RJ, ambos não são titulares e tiveram um ar de ineditismo. Victor Lindenberg marcou pela primeira vez como prof

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Os dois gols do Paysandu no final de semana tiveram algumas coincidências entre si. Foram marcados por dois jogadores emprestados pelo Botafogo-RJ, ambos não são titulares e tiveram um ar de ineditismo. Victor Lindenberg marcou pela primeira vez como profissional e Renan Gorne balançou as redes pela primeira vez jogando no Brasil. Feitos muito comemorados por ambos.

“É um momento marcante para mim. Foi meu primeiro gol como profissional e ainda ajudei meu time. Quando eu dominei a bola tive a opção do Walter, mas tive a chance de chutar e aproveitei”, disse o lateral-esquerdo Victor Lindenberg. “Tirei um peso enorme das costas. Ano passado fui aos Estados Unidos e agora fiz meu primeiro gol como profissional no Brasil, um gol que deu início à virada e com o qual chegamos à vitória. Venho trabalhando muito aqui no Paysandu, a preparação tem sido bem feita e dessa vez tive a chance e pude ajudar o Paysandu”, completou o atacante Renan Gorne.

O fato do time ter vencido mesmo com várias modificações foi comentado pelos atletas, inclusive pelo fato deles ainda disputarem a possibilidade de terem uma sequência maior de jogos. “Como o grupo é bem qualificado, a gente tem que aproveitar todas as chances que aparecem. Ninguém pode se acomodar e sim sempre buscar nosso espaço. Por isso a gente tem que estar sempre pronto para quando ela aparecer”, afirmou Lindenberg. “Viemos preparados pra encarar esse desafio e conseguimos a vitória. Felizmente mostramos força do elenco para buscar a virada”, finalizou Gorne.

WALTER

O técnico do Paysandu comemorou a presença do atacante Walter por 45 minutos, o maior tempo em campo desde que chegou, e a forma como o jogador se portou em campo, atuando mais para a equipe. “Desde que ele chegou pensamos mais adiante. Jogando desde o início, por estar abaixo fisicamente, o Walter não renderia tanto. Entrando no decorrer do jogo a parte física fica mais igualada e a qualidade técnica superior dele sobressai”.

(Tylon Maués/Diário do Pará)

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