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OPINIÃO

Gerson Nogueira: Remo aposta em marcação e foco

Remo precisará de concentração máxima e erro mínimo para superar o Cruzeiro de Artur Jorge. Conquistar a vitória é possível, mas a batalha exigirá foco total.

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Imagem ilustrativa da notícia Gerson Nogueira: Remo aposta em marcação e foco camera Remo em busca da recuperação na Série A. | Samara Miranda/Clube do Remo

Sem um meia-armador de ofício, o Remo vai para o confronto deste sábado (18h30) contra o Cruzeiro, no estádio Baenão, disposto a impor marcação forte e atenção na troca de passes. Enfrentar um adversário qualificado é um desafio para o time dirigido por Léo Condé, que busca recuperação na Série A, após excelente exibição coletiva contra o Bahia na Copa do Brasil.

O time será praticamente o mesmo, com exceção de Taliari, lesionado e fora de combate por três semanas. A zaga não tem mudanças previstas, mantendo a linha com Marcelinho, Tchamba, Marllon e Mayck. O meio volta a ser entregue a três volantes – Zé Welison, Zé Ricardo e Patrick.

Yago Pikachu funcionará outra vez como o elo de ligação entre meio e ataque, caindo pela direita quando a situação permitir ou investindo pelo meio, para jogadas em parceria com os atacantes.

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É interessante observar que a evolução apresentada pelo Remo desde a partida contra o Grêmio, em Porto Alegre, foi retomada e premiada diante do Bahia na Fonte Nova. O jogo mostrou pela primeira vez como é possível aliar estratégia de marcação e alto rendimento ofensivo.

Com bloqueio muito bem executado em seu campo, o Remo esperou o Bahia pressionar à vontade. Usou paciência e método para recuperar a bola e partir em velocidade para aproveitar as brechas defensivas do adversário. Funcionou perfeitamente nos dois lances que definiram a vitória.

Caso Léo Condé decida substituir Taliari por um centroavante de ofício, tem como opções João Pedro e Poveda. O primeiro se movimenta bastante. Poveda joga mais fixo. Há, ainda, a possibilidade de usar Alef Manga mais centralizado, o que serviria para confundir a zaga cruzeirense.

De toda sorte, independentemente do modelo a ser usado, o Remo precisará de concentração máxima e erro mínimo para superar o Cruzeiro de Artur Jorge. Conquistar a vitória é possível, mas a batalha exigirá foco total.

Papão luta para permanecer no G8

Com uma dúvida no ataque, entre Juninho e Thalyson, o PSC se preparou nos últimos três dias para enfrentar o Itabaiana (SE), neste sábado (17h), no interior sergipano. Nas demais posições, o time será o mesmo que tem atuado desde o início da competição nacional.

O técnico Júnior Rocha tem montado o PSC no 4-3-3 de perfil clássico, com mudanças eventuais de sistema conforme o andamento dos jogos e o posicionamento dos adversários. A base de tudo é o trio de meio-campistas – Caio Mello, Pedro Henrique e Marcinho.

Tudo começa e termina no setor mais estratégico do time. Não por coincidência, quando algo não funciona bem por ali, a equipe sofre, como nos dois empates em casa, contra Brusque e Barra.

A expectativa é positiva, principalmente depois da boa atuação no 1º tempo diante do Vasco, pela Copa do Brasil. Foi possível ver que, enquanto teve pernas para marcar e contra-atacar, o PSC foi competitivo.

A situação difícil do Itabaiana na tabela, com apenas um ponto, faz crer numa partida aberta, com as equipes buscando sempre o ataque, cenário que pode beneficiar as transições rápidas do PSC.

Bola na Torre

Giuseppe Tommaso comanda o programa, a partir das 22h, na RBATV, com a participação de Valmir Rodrigues e deste escriba de Baião. Em pauta, os jogos de clubes paraenses pelo Campeonato Brasileiro das séries A, C e D. A edição é de Lourdes Cezar e Lino Machado.

Malandragem livra argentino de pena por racismo

AUefa finalmente suspendeu o jogador argentino Gianluca Prestianni, mas a pena foi generosa: seis jogos apenas. A decisão saiu nesta sexta-feira (24), após investigação da denúncia de ofensas racistas contra Vini Jr. Proferidas durante o jogo Benfica x Real Madrid, pela Champions League, em fevereiro.

A pena da Uefa prevê o cumprimento efetivo de três partidas de suspensão, e outras duas constam como pena suspensa por dois anos, que pode ser cumprida caso jogue a Copa do Mundo pela Argentina.

Apesar de Vini Jr. acusar Prestianni de tê-lo chamado de “macaco”, o argentino foi punido por homofobia. A defesa usou o artifício de alegar que o comentário dirigido ao brasileiro teria tido conotação homofóbica, escapando da punição por racismo, muito mais pesada.

Apesar do truque, a imagem é clara. Covarde, como todo racista, o argentino xingou Vini Jr. teve a frieza de levantar a camisa para cobrir a boca e evitar a leitura labial.

(Coluna publicada na edição do Bola de sábado/domingo, 25/26 de abril)

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