Apostar em brasileiros nunca foi tradição da Juventus, contrária à prática comum dos outros clubes grandes italianos. Mesmo assim, gastou a fortuna de 25 milhões de euros para ter Diego - prontamente revendido, um ano depois, por 10 milhões de euros a menos para o mediano Wolfsburg. Falta de prestígio do jogador?
Não é justo pôr nas costas de Diego a péssima campanha da Juventus, apenas a sétima colocada no último Campeonato Italiano. Porém, comparado a Maradona e Platini no início, ele se pareceu mais com Jugovic ou Bachini, ambos de trajetórias errantes. Falhou nas missões de comandar a equipe e ir à Copa do Mundo.
De volta à Alemanha, único país onde teve sucesso na Europa, Diego tenta ser aquele mesmo do Santos e do Werder Bremen. "Aqui o começo tem sido tudo muito bom", diz. Menos para o Wolfsburg, que mesmo sendo a equipe alemã que mais gastou em contratações, está em oitavo lugar na tabela.
Aos 25 anos, Diego sabe que essa é a última grande cartada para ainda ser um jogador de primeira linha na Europa. Depois de falhar no salto significativo que deu para a Juventus, só mesmo uma grande temporada no Wolfsburg poderá recolocá-lo no radar de times de ponta do continente e abrir os olhos de Mano Menezes.
Em entrevista exclusiva ao Terra, o meia conta como é o reinício de futebol alemão, em que ele vem bem, com dois gols e duas assistências em seis jogos. Também fala sobre a conturbada saída da Juventus, onde foi desprestigiado, sobre a Seleção Brasileira e ainda a convivência com Felipe Melo.
>> Confira a entrevista na íntegra
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