A taça da Copa América merece destaque na sala de qualquer seleção do continente. Ela representa o título de um torneio de seleções disputado desde 1916, reconhecido pela Fifa como o mais antigo do planeta. A 43ª edição da Copa América vai adicionar novos parágrafos a essa história de valor. A Argentina, dona da casa, não vence o título sul-americano desde 1993, perdeu as duas últimas finais para o Brasil e está faminta pela conquista. Os brasileiros buscam, portanto, um tricampeonato legítimo.
Brasil e Argentina é a final esperada. A disputa particular está simbolizada na genialidade de seus craques: Neymar, a joia que acabou de conquistar a Libertadores pelo Santos, vai encarar Messi, um diamante já lapidado. O Uruguai é a terceira força da Copa América. Mas estarão nos palcos argentinos outros astros do futebol mundial, como os brasileiros Robinho, Júlio César e Daniel Alves; os argentinos Mascherano, Lavezzi e Tevez; os chilenos Valdivia e Sánchez; e os paraguaios Lucas Barrios e Roque Santa Cruz.
Messi descarta condição de estrela
Antes mesmo do início da Copa América, todos os olhos estão voltados para Lionel Messi. Melhor jogador do mundo, eleito pela Fifa nos últimos dois anos, o atacante é a principal esperança da Argentina para conquistar o título em casa, mas prefere não pensar em ser ‘a estrela’ do torneio.
“A verdade é que não penso em ser a estrela do torneio, só posso dizer que estou bem e com muita vontade de que comece logo”, declarou Messi, em entrevista à rede de televisão argentina TyC Sports. “Não há prêmio individual que valha o que pode valer ganhar um torneio desta característica.”
A Argentina não vence um título com sua seleção principal desde 1993, quando ganhou justamente a Copa América, no Equador. “Jogar com a camisa da Argentina já é um sentimento especial”, apontou Messi, que está confirmado na estreia da Argentina, hoje (1º) à noite, diante da Bolívia, em La Plata. (AGÊNCIA ESTADO/Buenos Aires, Argentina)
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