Três decisões, 11.291 quilômetros e quase 15 horas de viagens de avião separam o Barcelona do seu segundo título mundial. Antes de chegar ao Japão para o Mundial de Clubes, o time catalão será testado em uma verdadeira maratona. Tudo em apenas oito dias. Uma prova de resistência física e mental.
O primeiro desafio já começa neste sábado, no superclássico contra o Real Madrid, no Estádio Santiago Bernabéu. Não vale título, mas a vitória se transformou numa obrigação por conta de pequenas patinadas do Barcelona na Liga Espanhola e pelo momento superior do rival, que terminou a primeira fase da Liga dos Campeões com 100% de aproveitamento e nãop erde desde setembro.
O clássico também ganha importância maior porque em caso de uma jornada frustrante à capital espanhola, os catalães se despedir do tetracampeonato nacional, pois ficará a seis pontos do rival (e com um jogo a mais). Algo que não será tão cômodo carregar na bagagem.
Ao término do clássico, a delegação do Barcelona voará para o Japão. O primeiro adversário será o vencedor de Espérance, da Tunísia, e Al Sadd, do Qatar. Os dois adversários ainda são desconhecidos da turma catalã.
“Não vimos nenhuma partida destas duas equipes. Conhecemos mais o Santos e o Monterrey, que são times incômodos. Mas o corpo técnico nos trará informações como sempre acontece”, confessou o armador Iniesta na entrevista coletiva de quarta.
Curiosamente, o Mundial foi muito pouco abordado entre as perguntas dos jornalistas. Na Catalunha, apareceram poucas notícias vinculadas ao torneio.
Três dias depois, o time de Guardiola estará mais uma vez em campo. Se tudo estiver dentro dos conformes, na grande decisão, o capítulo final da jornada.
(BAND)
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