O atacante Luis Suárez afirmou, durante entrevista à revista oficial do Barcelona pulicada nesta terça-feira (14), que se arrepende da mordida dada no zagueiro italiano Chiellini durante a Copa do Mundo do Brasil.
O atacante, porém, rechaçou as acusações de racimo que recebeu em 2011, enquanto ainda defendia o Liverpool.
"Quando alguém pede perdão é porque ele lamenta o que fez. Perdão envolve arrependimento. Mas, também, as vezes, fui julgado por coisas que não eram verdadeiras, como a questão do racismo. Eles me acusaram sem provas e isso é o que doeu. Os demais atos que eu estava errado, eu aceitei e pedi perdão, mas que o racismo, acusado sem provas, isso me machucou", afirmou o atacante do Barcelona.
Quando ainda defendia o Liverpool, da Inglaterra, Suárez foi acusado de ter dito insultos racistas para o lateral francês Patrick Evra, que defendia o Manchester United. Ele pegou uma suspensão de oito jogos e ficou sem atuar pelo clube.
Na entrevista, o atacante uruguaio afirmou também que foi difícil aceitar o ocorrido na Copa. "Aceitar que você cometeu um erro é bom e é o que eu fiz. Às vezes, é difícil aceitar a realidade. Foi difícil para mim entender e perceber o que tinha feito", disse.
Pela mordida na Copa do Mundo, Suárez foi suspenso do futebol por quatro meses, mas já se prepara para estrear em jogos oficiais pelo Barcelona, podendo enfrentar o Real Madrid, no dia 25 de outubro.
O uruguaio deverá ser companheiro do argentino Messi e do brasileiro Neymar no ataque do time espanhol.
"Eu penso que a hora que eu voltar a jogar, vou ajudar a equipe como puder. Preciso demonstrar ao treinador que eu posso ajudar o Barcelona ganhar títulos. A qualidade dos jogadores aqui é incrível", conclui.
(Folhapress)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar