O presidente da Comissão Brasileira de MMA, Rafael Favetti, disse que "beira o ridículo" as teorias que dão conta de que o UFC sabia que Anderson Silva estava dopado e que mesmo assim permitiu que lutasse para se livrar de um prejuízo com o cancelamento do UFC 183.
"As ações da comissão de Nevada, do UFC e do laboratório são totalmente independentes", opinou Favetti.
Anderson foi pego em exame antidoping realizado no dia 9 de janeiro. Mas isso só foi anunciado na noite da última terça-feira (3). A luta contra o americano Nick Diaz aconteceu na madrugada de domingo (1º).
O teste foi realizado no período em que o lutador treinava para o combate, vencida pelo brasileiro, em Las Vegas.
Favetti acrescentou não ver conflito de interesse pelo fato de o médico Márcio Tannure, diretor-técnico da comissão brasileira, ter atuado como médico de Anderson.
"Inquirimos o Tannure sobre e ele explicou que atuou como ortopedista no episódio da canela quebrada. Ele explicou que por razões médicas continuou com ele".
A vitória de Anderson sobre Diaz será alterada para "sem resultado", como revelou à Folha nesta quinta (5) Bob Bennett, diretor-executivo da Comissão Atlética do Estado de Nevada, nos EUA.
(Folhapress)
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