O xeque Salman bin Ibrahim Al-Khalifa, presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), apresentou sua candidatura à presidência da Fifa, anunciou a agência oficial do Bahrein BNA.
A inscrição para o pleito na entidade máxima do futebol termina à meia-noite desta segunda-feira (26).
Al-Khalifa enviou a documentação de candidatura à sede da Fifa, em Zurique, na Suíça, antes do fim do prazo.
Ele é o sexto candidato na disputa pelo comando da Fifa.
O presidente da Uefa, Michel Platini, que mantém a candidatura apesar de estar suspenso da Fifa, o sul-africano Tokyo Sexwale, ex-colega de cela de Nelson Mandela, o príncipe jordaniano Ali Hussein, o francês Jérôme Champagne, ex-secretário-geral da Fifa, e David Nakhid, de Trinidad e Tobago, são os outros candidatos para suceder Joseph Blatter.
Zico ainda almeja disputar a eleição. No entanto, para isso, ele precisa apresentar o apoio oficial de pelo menos cinco federações, o que ainda não tem.
O pleito para a escolha do novo presidente da Fifa está previsto para 26 de fevereiro de 2016.
SUL-COREANO DESISTE
O sul-coreano Chung Mong-Joon retirou nesta segunda-feira a sua candidatura à presidência da Fifa por conta de uma suspensão imposta contra ele pelo Comitê de Ética da entidade.
Ele está banido do futebol por seis anos por comportamento inadequado durante o processo de escolha das sedes das Copas de 2018, na Rússia, e 2022, no Qatar.
"Por conta das sanções injustas do comitê de ética, perderei o prazo de 26 de outubro para apresentar minha candidatura", disse Chung em nota.
"É hora de retirar oficialmente minha candidatura para próximo presidente da Fifa", acrescentou.
(Folhapress)
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